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> Técnica Laparoscópica para tratamento da Incontinência Urgência

14/3/2016

A Lusopalex em conjunto com o Serviço de Urologia do Hospital do Espírito Santo de Évora, HESE – E.P.E., organizou, no passado dia 26 de fevereiro, o CESA/VASA LAPAROSCOPIC WORKSHOP, com o patrocínio científico da Associação Portuguesa de Neurourologia e Uroginecologia (APNUG), Associação Portuguesa de Urologia (APU) e Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG).

Contou com a presença dos respetivos Presidentes e outros membros das direções destas sociedades científicas, estiveram presentes cerca de 80 participantes de renome na comunidade uroginecologica de Portugal.

Sob o mote, “Bexiga hiperativa pode tratar-se cirurgicamente!!!”, o evento teve como objetivo principal a discussão do tratamento da Bexiga Hiperativa e inclui-o uma transmissão em direto de uma cirúrgica ao vivo do Bloco Operatório do HESE, E.P.E., para um auditório, tudo com o patrocínio exclusivo da LusoPalex – Divisão Médica Cirúrgica.

A Bexiga Hiperativa, bem como as disfunções do pavimento pélvico em geral, afeta gravemente a qualidade de vida e tem grande prevalência na comunidade, principalmente na mulher pós-menopáusica. Esta patologia tem sido considerada, apesar dos avanços terapêuticos, sobretudo na área farmacológica, como “não curável”.

A intervenção cirúrgica proposta, e demonstrada neste workshop, tem como objetivo o tratamento cirúrgico “curativo e definitivo” da patologia em causa, também conhecido como Incontinência Urinária de Urgência.

O workshop teve palestras sobre a anatomofisiologia do pavimento pélvico feminino, o tratamento médico e cirúrgico da incontinência urinária de urgência, presente e futuro, testemunhos reais bem como ainda a presença de oradores estrangeiros.

O CESA/VASA LAPAROSCOPIC WORKSHOP é coordenado por dois urologistas do Serviço de Urologia do Hospital do Espírito Santo de Évora, o Dr. Cardoso de Oliveira, Diretor do Serviço e o Dr. Pedro Galego, Assistente Hospitalar. Estes dois urologistas foram os pioneiros desta técnica e são os únicos que a realizam em Portugal. Irão apresentar os resultados das doentes operadas ao longo dos últimos três anos.

Esta técnica tem sido muito controversa em Portugal, no entanto a cura ronda os 84%, queremos acreditar que esta técnica a partir desta divulgação possa crescer para outros centros.


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